O meu destino sou eu que o decido e o escrevo


Hoje vou falar um pouco sobre mim, sobre a vida e sobre o que ela tem para nos oferecer.
Há quem diga e acredita, que quando nascemos já temos o nosso destino traçado.
Eu prefiro acreditar que o nosso destino somos nós que o marcamos e o fazemos, pode até estar traçado, mas quem faz as escolhas somos nós e é nessas escolhas em que as consequências delas podem ser boas ou más, que nós vamos marcando o nosso caminho e de forma implícita ou explícita elas vão fazer parte de decisões futuras, umas mais directamente que outras, mas vão sempre constar nelas futuramente.
Por isso é que eu acredito e digo: Nós é que construímos o nosso próprio destino, mas respeito quem ache que ele já está traçado.
Qual seria a piada se ele já estivesse traçado?
Poderia vir então já descrito todo o nosso percurso, poupávamos algumas tristezas, alguns dissabores e desilusões. Sabíamos antecipadamente para onde ir, quais decisões a tomar, o que escolher e o que afastar de nós. Poupávamos imensas dores de cabeça e noites sem dormir.
Seríamos mais felizes assim?
Claro que não. Seríamos apenas meros fantoches sem objectivos traçados. Como por exemplo, as palavras cruzadas. Se eu já tiver as soluções, qual seria a piada?
Por isso eu acreditar, que somos nós que construímos o nosso próprio destino. E no meio das tristezas, dissabores e desilusões, também temos alguma alegria e surpresas agradáveis. Vamos fazendo coisas que um dia nunca nos tinha sequer passado pela cabeça um dia vir a fazer.
Se algum dia alguém me tivesse dito que eu um dia viria a escrever livros e publicar, eu não iria acreditar. Pois eu sempre fui demasiado preguiçoso para escrever. Mas hoje, em resultado das minhas opções e escolhas, me levaram a escrever umas letras e depois ter parado durante algum tempo, voltei a escrever e a mostrar o meu trabalho. Hoje estou a escrever um pouco para vocês. Hoje estou a dar-vos um pouco mim. Se eu me surpreendi por hoje escrever?
Sim! Surpreendi-me a mim e a quem me conhece desde sempre. Mas é uma surpresa agradável.
É a prova viva, que nós somos livres e responsáveis de fazermos as nossas próprias escolhas e as consequências dessas escolhas, podem vir dar a possibilidade de agradáveis surpresas.
O meu destino, sou eu que o decido e sou que o escrevo!

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