Ser parvinho por amar


Amar e ser amado vai além da razão, porque a perdemos. Aliás, perdemos a noção de tudo.
Amo e amarei sempre. Quer ria, quer chore. Até porque não se escolhe quem se ama. O que faz valer a vida, são as emoções. É preciso coragem para amar incondicionalmente.
O Amor faz-nos ser pessoas parvinhas. Mas é bom sermos parvinhos.
Parvinho é quem não ama? Quem não se sabe dar ao ponto de amar alguém? Se às vezes custa? Custa! Se dói? Muitas vezes. Mas e quando corre bem? Quando somos correspondidos? Quando por nós corre da mesma forma?
Ser parvinho por amar? Se isso é ser parvo, não me importo de o ser.
E quando sentimos amor e paixão ao mesmo tempo? Será que estou doente? Será possível?
Sim, é ser cego e sentir a dor rasgar-nos por dentro e ficar ainda quando já nada resta. Saber que ainda assim uma só gota faz-nos ficar mais e mais, dar por inteiro indevidamente todo e cada pedaço de nós, querer com intensidade de uma tempestade, permanecer com a força de um vulcão milenar ainda que adormecido, é ser paciente compreensivo além do entendimento da razão e não ter razão. E quando tudo se esgota em nós, um respirar e um suspiro de ar fresco faz-nos voltar a percorrer uma e outra vez o caminho que já conhecemos de cor à espera uma vez mais do fim e esperar que o fim, seja enfim feliz e isso os fazem mais fortes, a vida ganha outras cores, o entusiasmo aumenta e acaba-se por respirar melhor.
Amor esse sentimento poderoso que ninguém domina, nem quem o sente.
Se amar é ser parvinho! Não me importo de o ser!

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