A minha timidez


Sou assim. Não gosto de ser centro das atenções, não sou exibicionista, sou demasiado tímido para isso. Por escrito, fico despido, falo com o coração o que a boca com palavras não diz. Tenho sonhos e muitos, sonhos maiores do que a minha boca tímida confessa, sonhos são feitos de caminhos sem pressa. A minha timidez não é apenas não saber como precisar, agir, ter a iniciativa… A minha timidez guarda um amor sem fim, um amor do tamanho do universo. No meu jeito tímido, calado, impaciente, quieto, o meu carinho por ti é avassalador.
Se conseguires ler o meu olhar, os meus gestos, o meu sorriso tímido, saberás o que tudo em mim, fala secretamente tudo de ti.

Este texto foi retirado do livro “Amores Clandestinos

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