Perdido


Sinto-me perdido, como se não tivesse mais chão para me apoiar, não ter por onde caminhar. Não está apenas nas minhas mãos poder fazer mudar tudo isto. Andamos desencontrados nestes atalhos e caminhos da vida. Porque nem sempre querer é poder, às vezes a gente quer, mas ainda não pode, ainda não consegue realizar. Mas a vontade é legítima, alinhada com a alma caminha connosco, paciente, fresca, bondosa, até que a gente consiga. Às vezes, isso parece muito longe, mas hei-de um dia lá conseguir chegar, ou tentar.
Só quem se atreve a lutar, corre o risco de ser premiado.

Este texto foi retirado do livro “Amores Clandestinos

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