Ninguém escolhe quem amar


Não escolhemos de quem vamos gostar. Gostamos e pronto!
Não escolhemos de quem vamos amar. O amor simplesmente acontece sem escolhas nem culpas, acontece sem medo de sermos felizes!
Os sentimentos não se fabricam. Não há como manipular ou fazer malabarismos com os sentimentos. Quando acontecem, ficam, existem e resistem. Nada mais importa que a sua própria existência. Eles são o carimbo da nossa própria existência!
Quando nos apaixonamos, foi um carimbo do sentimento do Amor que carimbou e infetou o nosso corpo. É um toque que faz crescer os sentimentos dentro de nós com um prazer intenso. É um lugar e o meu canto que me acolhe na minha existência humana. É o meu prato saudável que me alimenta dum reflexo do amor.
Quando vemos aquela pessoa que reivindicou o nosso corpo, cria-se uma enorme explosão de felicidade dentro de nós. Os olhos brilham de desejo e vibram de tesão. Começamos a sentir o coração a bater mais rápido, sentimos arrepios pelo o corpo todo, as pernas a começarem a tremer, corpo fica mole quando ela está na nossa frente… hummm, vontades, desejos… irrompem por dentro de nós. Somos completamente inflamados pelo desejo do prazer e da tesão. Que nunca te falte amor, prazer, desejo e tesão!

Verdadeiros sentimentos são os que nascem dentro de nós, sem sabermos explicar bem como ou o porquê.
O amor quando chega não pede licença, nem permissão. Ele chega e apodera-se totalmente de nós como sendo seu. Sentimos um turbilhão de sensações dentro de nós que não conseguimos dominar ou mesmo expressar em palavras. Uma vontade enorme apodera-se de nós como forma de protesto, sentimos a necessidade de estar perto dela, com vontade de abraça-la e beijar o seu corpo fazendo amor até desfalecer.
É claro que exagerando ou não, acreditando ou não, podemo-nos libertar para amar e para o sexo, mesmo podendo ficar paralisados pelo silêncio das palavras, mas possuídos pelo desejo do prazer da tesão.
Sinto-me tão confortável quando estou ao teu lado, mesmo que esteja paralisado nas palavras, sinto-me tomado pelo desejo do prazer da tesão.

Amor pode ser tesão,
mas tesão pode não ser amor.
Não há quem diga que não,
A este ato sem pudor.

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