A vida pode ser tanta coisa


Os caminhos da vida requerem regras e devem seguir determinadas linhas de orientação que se devem respeitar.
As importantes regras para uma vida feliz, resumem-se a uma tríade perfeita que vale a pena ser analisada e estuda, para que se possa ser implementada para ser vivida: a tríade perfeita, resume-se à maturidade, humildade e amor-próprio.
E hoje é isto que precisamos de ouvir, interiorizar, sentir e aceitar, para sentirmos de novo uma nova paz e de braços abertos sabermos aceitar sem julgar ou criticar.
Já aprendi a aceitar tudo o que acontece-me na vida. Já aprendi que querermos ter sempre razão não nos faz bem, há alturas que devemos saber aceitar que há razões mais válidas que as nossas. Também já aprendi, que acima de tudo é a minha palavra que me guia e o meu coração de querer ter paz, paz e muita paz! Basta apenas deixar sossegar a alma e o coração, e só depois deixar entrar quem eu quiser e quem quiser cá ficar.

Temos de aprender e saber aproveitar o que de bom e o que de menos bom temos e somos, para aprendermos que apesar da vontade gostar de nós, também temos que dar graças a Deus por tudo e todos os que pôs no nosso caminho.
Irrita-me tanto quando a resposta após um: “Como está?” é “vai-se andando” e pergunto-me: o que é que está mal para simplesmente “ir andando”? Tem saúde? Trabalho? Está tudo bem com a sua família? Então tudo está bem, vai mais do que andando, por favor considere-se afortunado(a), sorria e responda “vai tudo muito bem, obrigado”.
Detesto quando o dizem: “vai-se andando”, como se a vida fosse um frete ou um fardo pesado. “Vai-se andando” é a inércia a tomar conta de nós, é um não usufruir do momento, é um não agradecer a vida que se tem para viver e ver apenas o tempo a passar. A nossa atitude já faz muita diferença para o decorrer dos nossos dias. Se começamos o dia, a semana, o mês com essa expressão”vai-se andando” então é um pouco complicado que as coisas realmente melhorem. Às vezes focamo-nos demasiado em pequenos aspetos, que nem reparamos que a vida está acontecer e a passar ao nosso lado e por estarmos tão focados em aspetos menos importantes, nem reparamos de ver e viver a vida acontecer.

De facto há coisas na vida que mesmo que quiséssemos não podemos fazer nada, a não ser apenas aceitá-las como são. Para mim o “vai-se andando” mata-me e mata-me aos poucos. Para mim, é viver e aprender. Não se vai andando. Anda-se e pronto. Anda-se, estrutura-se, cresce-se e fazem-se escolhas! O “sit back and enjoy the ride”, parece-me igual ao vai-se andando, serve para quando tudo está aparentemente bem, mas leva-nos a uma paz podre e a um vazio quase eminente.
Corre atrás. Faz acontecer. Ama sem medos. Arrisca. Se doer, doeu, mas se doeu é porque também viveu. Agora não desistas por capricho, porque querer que seja o outro a fazer. Faz! Corre! Brinca! Sorri, mas sorri muito!
Porque a vida pode ser tanta coisa, pode ser tão maravilhosa e tão bem vivida se tivermos em consciência a tríade perfeita: maturidade, humildade e amor-próprio.
Vive!

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