Reviver é recordar amor


Hoje estive junto ao mar e como é intenso caminhar junto a ele, olhar no seu horizonte e poder libertar muitas das minhas angústias.
Gosto de pessoas bem dispostas, pessoas com personalidade, pessoas de sorriso alegre, de abraço apertado, pessoas de coração grande, que fazem amigos só pela amizade e amam só pelo amor.
Porque as nossas memórias permanecem, também é delas que vivemos, boas ou más, elas fazem parte do nosso livro chamado Vida. Por vezes queremos mudar logo de página, outras queremos ainda manter.
Dentro de nós guardamos tudo, incluindo os nossos mais profundos desejos e segredos.
O amor é lindo, faz a gente sofrer muitas vezes, mas é amor e não ódio, só por isso já vale a pena amar.
Vivemos num tempo em que quando estraga, é mais fácil trocar por novo, já ninguém tem paciência para arranjar. Cada coração precisa de um tempo para cicatrizar as suas feridas e esse tempo vai depender da profundidade dos ferimentos. Só entende quem ama a sério e não pede nada em troca e só cede quando tem que ser, onde até a alma sorri e o coração por vezes acalma de tão real que te faço e sinto.
Temos que saber ocupar o pensamento, mas quando nos distraímos e damos conta já estamos lá novamente.
Sentir de alguém que ao longo da vida viveu em função dos que tanto amava e ama e deixou de existir para si mesmo e agora olhando no espelho de novo, vejo o infinito do amor e o ser do que poderia ter sido, mas não há volta a dar, tudo tem o seu tempo.

Este texto foi retirado do livro “Amores Clandestinos

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